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Automação de submissões para MGAs e seguros de especialidade

Automação de submissões para MGAs e seguros de especialidade usa uma camada de IA externa que faz intake, leitura inteligente de documentos e triagem por apetite de risco sobre os sistemas atuais, sem migrar o core. A WIR entrega isso com o módulo Underwriter Intelligence, que pontua e roteia cada submissão com decisões explicáveis e auditáveis, e já roda uma POC em execução com uma seguradora global no ramo de Transporte.

Automação de submissões para MGAs e seguros de especialidade

A automação de submissões para MGAs e seguros de especialidade estrutura, valida e prioriza cada proposta antes que ela chegue à mesa de subscrição, usando uma camada de IA externa sobre os sistemas que a operação já usa. Ela serve a MGAs (managing general agents) e a operações de ramos de especialidade que recebem um volume alto de submissões por e-mail, PDF e planilha, com times enxutos e forte pressão de velocidade dos corretores.

O gargalo é estrutural. Uma submissão quase nunca chega como dado limpo. Ela vem no corpo de um e-mail, em um formulário PDF, na nota de cobertura do corretor, em planilhas de locais e valores e em históricos de sinistro. Antes de qualquer precificação, alguém precisa ler tudo, encontrar os campos relevantes, digitá-los no motor de cálculo e reconciliar contradições entre documentos.

Isso pesa mais em uma MGA do que em uma grande seguradora multiramo, por quatro razões. Primeiro, volume contra um time enxuto que não absorve digitação com mais contratações. Segundo, heterogeneidade, já que o negócio delegado chega de muitos corretores em muitos formatos, exatamente o caso em que a extração por template falha. Terceiro, a complexidade dos riscos de especialidade, como cyber, linhas financeiras, transporte e patrimonial com planilha de valores. Quarto, a velocidade, porque o corretor coloca o negócio com quem responde primeiro, então cada hora parada na fila é conversão em risco. Estudos de mercado mostram que o subscritor gasta 40% do tempo em tarefas administrativas, segundo a Deloitte, e que as empresas perdem de 20% a 30% do tempo organizando dados não estruturados, segundo o Gartner.

Como automatizar a intake e a triagem de submissões com uma camada de IA

Automatizar a intake e a triagem de submissões com uma camada de IA significa transformar a esteira que vai da submissão à decisão em um fluxo calibrado ao apetite de risco e ao manual de subscrição da operação. A esteira tem seis etapas, nesta ordem.

Primeiro, a intake multicanal com validação automática, em que a camada recebe submissões por e-mail, portal e API, trata a mensagem e todos os anexos como uma submissão única e checa a completude contra os requisitos do ramo. Em seguida, a leitura inteligente de documentos, na qual um modelo de Machine Learning extrai os campos que importam, como segurado, CNPJ, atividade, importância segurada, cobertura pedida, vigência e histórico de sinistro, onde quer que apareçam, com um score de confiança por campo. Depois, o enriquecimento de corretor e risco, em que a camada resolve campos ausentes ou de baixa confiança e cruza contexto externo, como situação de CNPJ, histórico e conversão do corretor e exposição.

A quarta etapa é o motor de risco e fraude, um modelo de IA multifator que pontua o risco contra o manual de subscrição e o apetite da operação. A quinta é a precificação dinâmica, com prêmio ajustado ao risco calculado na hora. A sexta é a decisão e priorização, em que riscos limpos e dentro do apetite seguem no rito rápido, riscos fora do apetite são sinalizados e submissões ambíguas ou complexas sobem para um subscritor humano. Cada extração, score de confiança e decisão de roteamento fica registrada em trilha de auditoria. O princípio que torna isso seguro é o próprio score de confiança, porque campos de alta confiança fluem direto e só o que é ambíguo chega a uma pessoa.

O que muda em ramos de especialidade e por que MGAs adotam IA primeiro

Em ramos de especialidade as submissões são mais difíceis, com planilhas de valores, exposições complexas e formatos de corretor fora do padrão. Por isso o ganho de uma extração por Machine Learning independente de layout e de um roteamento por apetite é maior do que em linhas padronizadas. A combinação de submissão complexa com um time de subscrição enxuto e caro é justamente onde uma camada de IA de intake se paga.

MGAs e operações de especialidade costumam ser as primeiras a automatizar a intake, e as razões são estruturais, não culturais. Elas rodam um parque de TI mais leve, sem um core monolítico legado para proteger, o que torna uma camada externa fácil de adotar. Operam sob autoridade delegada, então a velocidade e a consistência do ciclo da submissão à decisão são o produto que vendem, não um custo de retaguarda. Competem diretamente em tempo de resposta, e mais de 60% dos corretores escolhem a seguradora pela velocidade de resposta, segundo a Capgemini, então cada hora cortada da triagem vira negócio ganho. Isso importa ainda mais enquanto o mercado de Seguros e Danos cresce em dois dígitos ao ano e o time de subscrição não escala na mesma velocidade. MGAs como ponta da lança da IA em seguros já aparecem na demanda de busca brasileira.

Implantação rápida sobre os sistemas atuais, sem migrar o core

Para uma MGA a implantação precisa ser contida e rápida, ou nunca acontece. Um caminho viável começa por escopar um ou dois ramos de alto volume e os canais por onde essas submissões chegam. Em seguida, conecta-se a intake, seja a caixa de e-mail, o portal ou a API, e a devolução ao sistema de registro atual. Depois, calibra-se a extração e as regras de roteamento ao manual de subscrição e ao apetite, testa-se contra submissões históricas reais para ajustar os limiares de confiança, entra-se em produção em escopo contido com KPIs acordados antes do início e então monitora-se, reajustando conforme os formatos de corretor mudam.

Como a camada é externa e integra por APIs e arquivos, não há migração de core nem carga sobre o time de TI da operação. O sistema de registro não muda. Só a intake e a triagem na frente dele passam a ser automáticas. Esse é o ponto que destrava o projeto, porque "não podemos mexer no core" e "o TI não tem banda" são as duas objeções que matam a maioria das iniciativas de automação em seguros. Vale lembrar que 70% das seguradoras não executam inovação por limitações de TI, segundo o BCG, e uma camada externa responde direto a essa limitação. A implantação segue o modelo de setup, que roda de 3 a 12 meses, seguido de operação contínua em produção.

Como a WIR automatiza a intake de submissões para MGAs e especialidade

A WIR é a camada de IA do seguro, uma plataforma de IA externa que automatiza a jornada de cotação e subscrição sobre os sistemas que a seguradora ou a MGA já usa, nunca no lugar deles. Para uma operação de MGA ou de especialidade, a WIR recebe as submissões pelos canais atuais, faz a leitura inteligente dos documentos, enriquece o contexto de corretor e risco, pontua com Machine Learning calibrado ao apetite e ao manual de subscrição e devolve o dado limpo e a decisão ao sistema de registro, com trilha de auditoria completa.

O módulo Underwriter Intelligence automatiza a jornada de cotação segundo a política de aceitação de risco, com scoring em tempo real, roteamento automático por apetite e exposição e análise preditiva de conversão por produto, risco e corretor, para que o subscritor foque no risco complexo. O Smart Sales cuida da inteligência de distribuição, mapeando a carteira por cliente e produto e priorizando a próxima melhor ação. Dashboards e relatórios em tempo real dão a visão do pipeline em andamento. Toda decisão é explicável, auditável e retorna trilha completa, e os dados são criptografados em cada etapa, em conformidade com a LGPD.

A WIR não é uma MGA, não é seguradora nem corretora, e não carrega risco. Ela é a camada de IA externa que a MGA ou a seguradora de especialidade roda sobre os sistemas atuais para automatizar a intake e a triagem segundo a própria política de aceitação de risco. A operação mantém a autoridade delegada, as relações de capacidade e o manual de subscrição. A tração pública hoje é uma POC em execução com uma seguradora global no ramo de Transporte. A plataforma foi construída com a Mahway, Venture Builder na Califórnia, e a Avante, Venture Studio no Brasil.

Perguntas frequentes

Como automatizar a intake de submissões em MGAs e seguros de especialidade?

Automatize a intake conectando uma camada de IA externa que recebe submissões por e-mail, portal e API e as trata como uma submissão única. A esteira segue seis etapas, com leitura inteligente de documentos que extrai campos como segurado, CNPJ e importância segurada, enriquecimento de corretor e risco, motor de risco e fraude calibrado ao apetite, precificação dinâmica e decisão. Campos de alta confiança fluem direto e só o ambíguo sobe para um subscritor humano.

Por que MGAs adotam IA mais rápido que grandes seguradoras?

MGAs adotam IA mais rápido porque rodam um parque de TI mais leve, sem um core monolítico legado para proteger. Operam sob autoridade delegada, então a velocidade e a consistência do ciclo da submissão à decisão são o produto que vendem, não um custo de retaguarda. Competem em tempo de resposta, e mais de 60% dos corretores escolhem a seguradora pela velocidade, segundo a Capgemini, enquanto o mercado de Seguros e Danos cresce em dois dígitos ao ano.

A automação de submissões exige trocar o core do MGA?

Não. A automação de submissões não exige trocar o core, porque a camada de IA é externa e integra por APIs e arquivos. O sistema de registro não muda. Só a intake e a triagem na frente dele passam a ser automáticas, sem carga sobre o time de TI da operação. Isso destrava o projeto, já que 70% das seguradoras não executam inovação por limitações de TI, segundo o BCG. A implantação segue o modelo de setup, de 3 a 12 meses, seguido de operação contínua.

Quais formatos de submissão a camada de IA consegue ler?

A camada de IA lê submissões em e-mail, formulário PDF, nota de cobertura do corretor, planilhas de locais e valores e históricos de sinistro. A leitura inteligente de documentos usa Machine Learning para extrair os campos que importam, como segurado, CNPJ, atividade, importância segurada, cobertura pedida e vigência, onde quer que apareçam, com um score de confiança por campo. Essa extração independente de layout é o que faz a intake funcionar com os formatos de corretor fora do padrão dos ramos de especialidade.

A WIR é uma MGA?

Não. A WIR não é uma MGA, não é seguradora nem corretora, e não carrega risco. Ela é a camada de IA externa que a MGA ou a seguradora de especialidade roda sobre os sistemas atuais para automatizar a intake e a triagem segundo a própria política de aceitação de risco. A operação mantém a autoridade delegada, as relações de capacidade e o manual de subscrição. Toda decisão é explicável, auditável e em conformidade com a LGPD.